Acho (hoje) que uma grande parcela das letras do Epica são um porre. O Mark e a Simone, às vezes, precisam pegar uma revista diferente, trocar de canal na TV e conhecer mais pessoas. Nem encostei no The Divine Conspiracy ainda porque só de saber que religião voltou a ter espaço eu já me canso.
Claro, eles têm umas sacadas boas. Mentira. O MARK tem sacadas boas. Eu acho que a única sacada boa da Simone é a que ela usou para matar a capacidade de escrever bem. Enfim, eu particularmente gosto muito de alguns trechos de Façade of Reality ("People created religions inventions to give their lives a glimmer of hope and to ease their fear of dying; and people created religions intentions only to feel superior and to have a license to kill", entre outros. Me soa meio didático - e devo dizer que falo isso como elogio), Cry for the Moon ("Forgiveness is not for sale, nor is the will to forget" é a minha preferida, mas aquela sacadinha da maçã com um rosto juvenil foi muito bonita) e Trois Vierges (ééé, da Simone. Mas a única. Acho alguns trechos bonitos, como "please don\'t let me bleed for all eternity").
MAS CARAMBA ESQUEÇAM A FILOSOFIA DEZ MINUTOS OK
(acho isso mais desenvolvível no tópico do Epica, Milla, depois a gente pode retomar esse assunto por lá XD)
E sobre a Alanis, se tem um artista que eu TOTALMENTE ENTENDO ser chamado de alguém que ajuda, é ela. Dificilmente pego uma letra dela que diz "tô ferrada". Geralmente elas se auto-analisam e uou. Tem umas que são de casar e ter família. Até as realmente autobiográficas, como The Couch (sobre o papai) e You Oughta Know (sobre algum quebrador de corações), Flinch, Perfect etc. Acho a Alanis muito talentosa em todos os ramos da música (exceto no de fazer paródias), mas que se destaca especialmente nas letras.