[Modo irônico On]
É isso aí, pessoal! Palmas pra esse brilhante jornalista! Palmas pra ele, q fez a Amy (e, pq ñ, nós tb - já q paramos para ler a entrevista dele) perder um tempo precioso de sua atarefaada vida só para responder aquelas mesmas perguntas q tdo mundo já sabe as respostas. Palmas pra ele, q fez piada com a roupa da Amy, só pq ela ñ estava tda de preto e com a maquiagem carregada.
Palmas, tb, para esse crítico (na verdade, ñ sei se é outra pessoa ou a mesma q fez a entrevista. Mas enfim...), q só nos disse akilo q tdo crítico totalmente imparcial (Modo irônico Plus Turbo) diz aos leitores, ou seja, críticas q as pessoas q ñ curtem o trabalho da banda dizem, só apontando possíveis defeitos e ignorando os méritos.
É isso. E, por fim, palmas para nós, q perdemos nosso tempo lendo isso, pensando inocentemente q poderia se tratar de uma entrevista seria, já q pertencia à "respeitosa" Folha de SP.
Modo irônico Off
Bom, pessoal... oq poderia dizer sobre isso q já ñ tenha sido dito?
É lamentável ver o nível de jornalistas q temos aki no Brasil. Totalmente imparciais, eles divulgam suas opiniões assim, sem nem mesmo se importar com oq os fãs da banda vão achar disso. E o pior, se ainda fosse uma opinião formada por ele mesmo, até daria para aceitar. Mas é akela opinião de massa, onde oq ñ está na moda, oq ñ segue os padrões do sucessso, é lixo.
Eu concordo q o TOD, em alguns critérios, deixa a desejar (como já foi dito, em músicas q complementam as outras - como "Tourniquer" e "Imaginary"), nas letras (q perderam um pouco de sua fómula cheia de metáforas e elementos do mundo imaginário). Porém, é inegável q a Amy está cantando melhor, q os instrumentos ñ deixam a desejar nem por 1 segundo... enfim, TOD é um trabalho mto bom. É lógico, ñ é perfeito, mas tb ñ é tão ruim qnto estão falando por aí.
É isso, um abraço!