Autor Tópico: Entrevista na Folhateen  (Lido 5105 vezes)

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Desligado Akiko Lee

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Entrevista na Folhateen
« em: 02/10/2006, 18:21 »
Nessa segunda-feira (02/10) saiu no suplemento juvenil da Folha De S.Paulo, a Folhateen, uma entrevista sobre o \'The Open Door\'. Eu vou disponiblizar aqui no fórum para todos lerem, mas quem for assisnante UOL ou da Folha De S. Paulo e quiser na própria página o link é: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhat ... 200608.htm

Chora, Amy Lee, chora
Repleto de canções pesadas, novo Evanescence vai te deixar triste


Compre já uma, ou melhor, duas caixas de lenços. Caso você seja do tipo que não dispensa um rímel nos olhos, então escolha uma marca à prova d\'água. E se é da turma que acha chiquérrimo se vestir de preto e curtir uma bela fossa enquanto ouve música, aqui vai uma dica: o novo álbum da banda norte-americana Evanescence é um oceano de lágrimas.
"The Open Door" repete o estilo pop-rock-metal-meloso-meio-gótico (rótulo, aliás, que os fãs do grupo abominam) que tornou a banda liderada pela Amy Lee um fenômeno no mundo todo.
"Fallen", o primeiro disco do grupo formado em Little Rock, no Arkansas, vendeu mais de 14 milhões de cópias. Três anos depois, muito piano, guitarras, violino e, é claro, a doce voz de Amy marcam o novo trabalho.
Só pelo nome das músicas dá para sacar que a moça andava bem caidinha ao compor canções como "Lacrymosa" (nem precisa de tradução, né?), "Weight of the World" (peso do mundo) e "Lithium" (lítio, uma substância usada em tratamentos psiquiátricos).
O Folhateen bateu um papo com Amy sobre o novo trabalho na ensolarada Miami. Diferentemente de como costuma aparecer nos palcos, a cantora estava sem maquiagem, com uma saiona colorida e de ótimo humor.


 

FOLHATEEN - A banda passou por uns maus bocados recentemente. Vocês tiveram de trocar de empresário, o guitarrista Terry Balsamo teve um infarto, você terminou um namoro longo... Isso parece que ajudou na criação do novo álbum, não?

AMY LEE - Sem dúvida, a má fase tornou o trabalho muito melhor. Se eu não tivesse passado por um longo e dolorido final de namoro enquanto estava criando o novo disco, acho que o resultado não seria tão intenso e atormentado. Acho que essa experiência me deu material para criar, alimentou a arte.

FOLHATEEN - Por que tanta tristeza nas suas músicas?

AMY - Não tem jeito; é como as coisas funcionam para mim. Não acho que minha vida seja diferente da de outras pessoas, e dramas acontecem com todo mundo. Só que eu escrevo sobre minhas tristezas; é meu modo de superá-las, talvez.

FOLHATEEN - Às vezes não dá uma vontade de fazer algo mais alegre, escrever umas músicas um pouco mais animadas?

AMY - Geralmente, quando eu me sinto feliz, não quero ficar sentada escrevendo música! Quero ir para a praia, me divertir (risos)! Se eu estou alegre, meu trabalho já era. A música é como uma terapia que me faz pensar no que aconteceu.

FOLHATEEN - Na sua opinião, por que tantos adolescentes curtem essas músicas tão pesadas?
AMY - Comecei a escrever quando era teen. Adolescentes, em sua maioria, estão com os hormônios enlouquecidos; tudo fica meio maluco nessa fase. É a época mais intensa da vida. Era assim comigo: se eu estava triste, eu me sentia arrasada; se ficava alegre, parecia que ia explodir, era tudo meio exagerado, radical. E nossa música é radical, talvez por isso eles se identifiquem com a gente.

FOLHATEEN - Você disse em entrevistas que o novo álbum mostra um Evanescence mais maduro. Em que sentido?
AMY - Em muitos sentidos. No começo da carreira, a gente estava tentando estabelecer nossa música. Ralávamos pra caramba para crescer. Era legal, mas cada música era trabalhada para ser um single, um sucesso. E hoje acho que esse não é o melhor jeito de fazer as coisas. Já nos estabelecemos, mostramos que tipo de música fazemos e agora nos sentimos mais livres para experimentar novos caminhos.

FOLHATEEN - Qual sua música favorita do novo álbum?
AMY - Sem dúvida "Call Me When You\'re Sober". Nenhuma representa mais o espírito do disco que ela. É uma canção poderosa e triste, mas divertida ao mesmo tempo.

FOLHATEEN - Tem uma multidão de meninas que ficam imitando você por aí, que querem ser como você, se vestir igual. Isso não é um saco?
AMY - Não estou tentando ser modelo para ninguém. Todo mundo comete erros, e eu também. Se agisse diferente, estaria mentindo para mim mesma. Acima de tudo, tento não pensar que tem gente se espelhando em mim para alguma coisa. Não estou tentando resolver os problemas de ninguém com a minha música, só os meus próprios. E já está bom até demais, né?

Ah, também há uma crítica (com várias alfinetadas) sobre o novo CD:

Cada um com seus problemas

Amy Lee tinha um objetivo quando produzia "The Open Door", o aguardado segundo álbum do Evanescence, grupo de nu metal que ela lidera.
O alvo: o deprimido Shaun Morgan (ele já tentou suicídio), líder do Seether, que só se deu bem por causa do relacionamento com Amy (se é que pode-se dizer isso de um grupo sem graça como o dele).
Então, do começo ao fim, ela despeja pelas letras de "The Open Door" todo o seu ressentimento. Surge, então, a questão: por que nós temos de engolir e comprar um disco sobre a vida amorosa fracassada de Amy Lee? Por que temos de saber detalhes das bebedeiras de Shaun? Ou de projetos do casal que nunca se realizaram?
E, sonoramente falando, qual a inovação de "The Open Door"? A banda se mantém estática no desgastado estilo nu metal de três anos atrás.
Amy usa programações eletrônicas no jeito Linkin Park; busca inspiração vocal em Tarja, ex-Nightwish; e injeta elementos do gótico nas fotos do encarte. "The Open Door" deve interessar só a quem nunca teve nenhum problema na vida e precisa ouvir o dos outros. Mas, cá entre nós, você conhece alguém assim?

Link: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/folhat ... 200610.htm

Opinião Pessoal: A entrevista estava boa, mesmo com perguntas um pouco repetitivas (que sempre perguntam), mas o título ficou péssimo. A crítica, bom, deu várias alfinetadas desnecessárias. Eu discordo totalmente do jornalista que a escreveu, porque achei a banda muito melhor sonoramente, e sobre as letras, enfim, eu gostei e acho que ele deve conhecer bem o suficiente o Evanescence para saber que as letras seguem esses estilo e caso não goste desse estilo, que o respeitasse um pouco mais, porque há quem gosta.
Por favor, nada de desrespeito e xingamentos aos jornalistas. Caso queira demonstrar sua opinião, demonstre-a com respeito e educação!
Enjoy! ;D
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Akiko Lee »

Desligado Katherine

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« Resposta #1 em: 02/10/2006, 18:45 »
O que a Amy menos faz nesse álbum é buscar inspiração vocal, ainda mais na Tarja.
Mas os temas são repetitivos e, pra mim, muito mal explorados. Musicalmente, eu entendo que a crítica não veja diferença: quando algo não te chama a atenção, tudo que pertencer àquilo vai te soar igual. Pra mim, banda de black metal é tudo a mesma coisa; para um fã, são infinita e inegavelmente diferentes.
Ah, eu quero meu vestibular de jornalismo já! =~
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Katherine »
obvious troll is obvious.

Desligado VaZZioS

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« Resposta #2 em: 02/10/2006, 18:45 »
Foi só eu, ou eu tive uma premonição do número de pessoas que vai falar que Evanescence eh EMO? O.o
No mais, a análise dele não é novidade, ainda vai ter muita gente com essa crítica...
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por VaZZioS »
Criticando minha banda preferida. Sempre. <3

Desligado Lé_Lee

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« Resposta #3 em: 02/10/2006, 18:51 »
Pois é... Jornalista "imparcial" é outra coisa...
Entrevista legal...nada chocante, mas na boa, o josrnalista que escreveu isso aí apelo um poquim...td bem que alguns ex-fãs acham a msm coisa mas ele publicou isso.
Pq o estilo que está em alta hj é o emo, que nd mais é do que uma enxurrada de problemas dos outros. Mas tá na moda né...então td mundo ama...
Já o "desgastado nu metal de 3 anos atrás"...
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Lé_Lee »
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Desligado Miss Vixen

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« Resposta #4 em: 02/10/2006, 18:55 »
Citação
(rótulo, aliás, que os fãs do grupo abominam)

Ah, pelo menos ele disse isso pra amenizar nossa abominação.
Citação
Qual sua música favorita do novo álbum?
AMY - Sem dúvida "Call Me When You\'re Sober".

Rááááá e agora, sem valer single ou futuro single, qual a sua música favorita no álbum dona Amy?
Citação
por que nós temos de engolir e comprar um disco sobre a vida amorosa fracassada de Amy Lee?

Porque nós gostamos da Amy Lee o/ Porque o disco, não é somente sobre a vida amorosa fracassada da Amy Lee, ou eu me engano muito quando ouço Lose Control, The Only One, All That I\'m Living For, Good Enough, Like You.
Acho que o rapaz ou a rapariga que escreveu isso ouviu só as primeiras faixas. xD
Citação
E, sonoramente falando, qual a inovação de "The Open Door"?

Inovação? Hum, ele tem vários efeitos que no Fallen foram abafados, várias Amys ao mesmo tempo [O.o], uma banda mais madura, um vocal mais.. inovador!
Citação
Amy usa programações eletrônicas no jeito Linkin Park; busca inspiração vocal em Tarja, ex-Nightwish;


Ebaaaaaaaa o/ começaram as comparações, inovador isso!
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Miss Vixen »

Desligado Lé_Lee

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« Resposta #5 em: 02/10/2006, 19:06 »
Citação de: \"Miss Vixen\"
Citação
Amy usa programações eletrônicas no jeito Linkin Park; busca inspiração vocal em Tarja, ex-Nightwish;

Ebaaaaaaaa o/ começaram as comparações, inovador isso!



*palmas*

"programações eletronicas" essas que na época que o linkin park era a moda da vez certamente esse msm jornalista achava a melhor coisa do mundo.
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Lé_Lee »
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Desligado Vindalf

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« Resposta #6 em: 02/10/2006, 19:30 »
Citação
Chora, Amy Lee, chora

Ah! Isso não pode deixar de ser comentado, começando por aí, A-D-O-R-E-I! XD~

Citação
"The Open Door" repete o estilo pop-rock-metal-meloso-meio-gótico (rótulo, aliás, que os fãs do grupo abominam) que tornou a banda liderada pela Amy Lee um fenômeno no mundo todo.


pop-rock-metal-meloso-meio-gótico foi ótima, hein? XD~

Citação
FOLHATEEN - Por que tanta tristeza nas suas músicas?

Ah, não, cara. Evanescence... tristeza... novidade, né não? xD

Citação
FOLHATEEN - Às vezes não dá uma vontade de fazer algo mais alegre, escrever umas músicas um pouco mais animadas?

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA.

Citação
Amy usa programações eletrônicas no jeito Linkin Park; busca inspiração vocal em Tarja, ex-Nightwish; e injeta elementos do gótico nas fotos do encarte. "The Open Door" deve interessar só a quem nunca teve nenhum problema na vida e precisa ouvir o dos outros. Mas, cá entre nós, você conhece alguém assim?

Dona reporter, tire Tarja do meio que ficaremos todos felizes e você ganhará um fã, ok?

Citação
Surge, então, a questão: por que nós temos de engolir e comprar um disco sobre a vida amorosa fracassada de Amy Lee? Por que temos de saber detalhes das bebedeiras de Shaun? Ou de projetos do casal que nunca se realizaram?



Temos? Não acho.
Quem consegue achar "me chame quando estiver sóbrio" uma letra no mínimo ouvível, ouça.
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Vindalf »
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Desligado Nessa

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« Resposta #7 em: 02/10/2006, 19:30 »
Cara naum achei nada de intessante nesta entrevista...
Todas as mesmas perguntas de sempre,sobre as criticas feitas achu que o jornalista exagerou um pouco mas nós fãs já estamos acostumados com tais comentários já naum é mais novidade sobre as diversas comparações e tb sobre os diversos comentários sobre estilo ou a forma na qual a Amy se inspira para escrever suas músiks....
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Nessa »

Desligado Miss Vixen

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« Resposta #8 em: 02/10/2006, 19:36 »
Parece que a letra de "Me chame quando estiver sóbrio" é apenas "me chama quando estiver sóbrio".

Ou parece que devemos julgar o CD por "Me chame quando estiver sóbrio".

Aliás, que tal mudar o nome do CD para "Me chame quando estiver sóbrio"?

Eu sou a favor o/
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Miss Vixen »

Desligado Nessa

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« Resposta #9 em: 02/10/2006, 19:41 »
Citação de: \"Miss Vixen\"
Parece que a letra de "Me chame quando estiver sóbrio" é apenas "me chama quando estiver sóbrio".

Ou parece que devemos julgar o CD por "Me chame quando estiver sóbrio".

Aliás, que tal mudar o nome do CD para "Me chame quando estiver sóbrio"?
Eu sou a favor o/


Concerteza tb concordo já que a mairia das pesoas já estaum jugando o cd apenas por está músik tb sou de total opinião que o nome do cd deve ser "mudado"..^^
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Nessa »

Desligado Lé_Lee

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« Resposta #10 em: 02/10/2006, 19:57 »
hauhauhauhau
"Call Me When Your Sober" available on October 3rd!!
Esse povo é foda...só rindo msm..
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por Lé_Lee »
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Desligado Vindalf

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« Resposta #11 em: 02/10/2006, 20:49 »
Citação de: \"Miss Vixen\"
Parece que a letra de "Me chame quando estiver sóbrio" é apenas "me chama quando estiver sóbrio".

Ou parece que devemos julgar o CD por "Me chame quando estiver sóbrio".


Citação de: \"Amy Lee\"
FOLHATEEN - Qual sua música favorita do novo álbum?
AMY - Sem dúvida "Call Me When You\'re Sober". Nenhuma representa mais o espírito do disco que ela. É uma canção poderosa e triste, mas divertida ao mesmo tempo.




Vamos mudar?  :rolleyes:
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« Resposta #12 em: 02/10/2006, 21:46 »
Será que ela não disse isso por ser a música de trabalho da banda ou estarei enganada?

Até porque se ela dissesse que é por exemplo Your Star estaríamos todos boiando já que a maioria das pessoas não conhece ainda essa música. Seria atirar no escuro.
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Desligado jack_lanterna

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« Resposta #13 em: 03/10/2006, 01:16 »
dessa reportagem dá pra ler só a entrevista sem se revoltar, pq o resto, vc acha em qualquer comudidade do tipo "eu odeio evanescence" no orkut...
E eu não sei pq insisitem em comparar a amy lee e a banda com outras com a dessa Tarja, que inclusive eu já ouvi uma musiquinha aqui outra ali e não tem nada de parecido.
Acho que vou abandonar todos os meios de comunicação e vou soldar meus fones no meu ouvido.
« Última edição: 31/12/1969, 21:00 por jack_lanterna »
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Desligado Aslan

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« Resposta #14 em: 03/10/2006, 10:49 »
Não gostei dessa crítica. Primeiro que o autor sequer buscou se informar sobre quem realmente é o Evanescence. Falar que a Amy Lee busca inpiração na Tarja é o cúmulo.

Para se fazer uma crítica, acredito que precisa-se de, pelo menos, um bom conhecimento sobre o assunto tratado. Tudo o que o crítico fez foi dar a opinião dele, sem argumentos convincentes (e, por vezes, errôneos).

Parece que a equipe do Folhateen pegou o primeiro jornalistazinho que viu e mandou fazer uma reportagem e uma crítica ao The Open Door, já que é o álbum mais aguardado do ano (é isso que leio por aí). Decepcionante. Dessa vez a Folha errou feio.
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Aslan


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